No contexto atual, o Youtube é um dos sites mais visitados do mundo e a maior plataforma de streaming de vídeo gratuita, também em parâmetros globais. Na última sexta-feira, 6 de julho de 2018, usuários da plataforma e acompanhantes de notícias do mundo cripto se surpreenderam com as manchetes mais recentes abordando o Youtube.

Em 24 de janeiro de 2018, foi aberto um processo judicial de ação coletiva contra a BitConnect, que emitiu e divulgou tokens de procedência duvidosa, acarretando prejuízos para muitos usuários. A divulgação desse produto foi realizada por meio de anúncios do Youtube, que nas declarações mais recentes, foi acusado de negligenciar seus usuários permitindo a exibição de propaganda maliciosa. Com isso, o Youtube também se tornará réu no processo contra a BitConnect.

A BitConnect é uma empresa que trabalhava com empréstimos envolvendo a criptografia digital. Seu trabalho foi amplamente acusado de fraude, mas foi somente depois da iniciativa judicial de 6 indivíduos que seu colapso foi iniciado. Esses usuários estão sendo representados por uma agência americana de advocacia conhecida como Silver Miller.

Em resposta à polêmica, o Youtube alega que não foi possível remover e desmonetizar o conteúdo fraudulento publicado. Ao todo, foram mais de 58 milhões de visualizações do material da BitConnect, caracterizando o grande golpe da empresa, que não alcançou apenas os 6 indivíduos responsáveis pelo processo judicial, mais sim milhares de vítimas.

Atualmente, a Google também foi manchete dos principais jornais sobre criptomoedas ao proibir anúncios vinculados aos criptoativos e ICOs, medida que entrou em vigor a partir de junho de 2018. Desse modo, como a Google é quem atua por trás do gerenciamento da plataforma Youtube, estima-se que essa medida seja uma consequência dos problemas gerados pelo processo da BitConnect envolvendo o nome.

No mais, o processo agora segue com a defesa do Youtube e as próximas considerações dos juízes.

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