O G20 é o nome que representa oficialmente o grupo dos 20 países mais economicamente desenvolvidos do mundo, sendo que a União Europeia representa uma única posição do grupo. Na última semana, nos dias 21 e 22 de julho de 2018, os ministros de finanças e chefes de bancos centrais envolvidos na organização realizaram na Argentina uma ampla reunião para discutir planejamentos. Os resultados foram divulgados a partir dessa segunda-feira, 23 de julho de 2018.

Um dos temas abordados foi a relação do grupo com as criptomoedas, com as quais não se teve grandes problemas até então, e era considerado que o recurso não representa riscos específicos para a estabilidade econômica dos países envolvidos. Esse pensamento, que apresenta uma tendência demasiadamente liberal, foi mantido durante o mais recente encontro do G20.

Contudo, foram realizadas algumas mudanças quanto a protocolos de segurança que buscam evitar a prática de atividades ilegais. O foco se manteve em como estabelecer padrões contra lavagem de dinheiro para o mercado de criptoativos, visto que essa é uma das principais alegações apresentadas pelos governos mais conservadores ao restringir o exercício das moedas digitais criptografadas.

O parâmetro utilizado pelo G20 se baseava no padrão global de combate à lavagem de dinheiro, também conhecido como AML. Além disso, contava com certo apoio do Grupo de Ação Financeira (FATF), órgão que atua para combater tanto a lavagem de dinheiro quanto o financiamento do terrorismo. No entanto, após a divulgação dos relatórios da reunião, o grupo decidiu exigir do FATF um esclarecimento a respeito da aplicação das regras AML para criptomoedas.

O prazo estipulado para resolver esses possíveis problemas se estende até o mês de outubro de 2018. Nesse período, os representantes do grupo ainda prometem continuar mantendo a vigilância à indústria cripto para assegurar a procedência das medidas em vigor e daquelas que serão tomadas.

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