O BRICS nada mais é uma sigla para os países: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (South Africa), que juntos representam um grupo de mútuo apoio no que diz respeito às questões econômicas de cada um dos membros. Para isso, são realizadas algumas reuniões nas quais essas economias discutem as melhores formas de se unir para promover o desenvolvimento em grupo.

Desse modo, durante a 10ª Cúpula Internacional dos BRICS, realizada em Joanesburgo entre os dias 25 e 27 de julho, grandes bancos de cada um desses países entraram em acordo e regulamentaram durante o encontro o desenvolvimento de um estudo para tecnologia de contabilidade distribuída, também conhecido como DLT, que dessa vez será fundamentado às bases da tecnologia blockchain.

O acordo foi oficialmente assinado pelo Banco de Desenvolvimento do Brasil, Vnesheconombank, Banco de Exportação e Importação da Índia, Banco de Desenvolvimento da China e Banco de Desenvolvimento da África Austral. Todos tipicamente unidos pelo caráter econômico de seus países, já que o BRICS se refere às principais economias emergentes de todo o mundo.

A tecnologia blockchain tem sido bastante citada pelos especialistas do setor devido a curiosidade que desperta nesse público. Trata-se de um novo recurso, que com o passar do tempo e o ganho de novas análises, representa um potencial cada vez maior para inovar os procedimentos utilizados no contexto atual.

Desse modo, o principal objetivo de estimular as pesquisas e o avanço de blockchain dentro do BRICS é a otimização de sistemas bancários e o uso da inovação em prol da melhora de infraestrutura.

A perspectiva traçada sob a pesquisa é bastante otimista, principalmente no que diz respeito à criação e evolução de uma economia digital. Contudo, os detalhes finais a respeito desse projeto ainda estão sendo concluídos, de modo que especificações virão com os próximos pronunciamentos.

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