A Mt. Gox é uma antiga casa japonesa de câmbio de criptoativos. Seus trabalhos chegaram ao fim no início do ano de 2014, quando a empresa decretou falência após de um rombo de caixa causado por hackers. O processo se estende até hoje, sendo que 2018 está sendo um ano de novidades para o caso.

Apesar de as autoridades japonesas nem os próprios empresários terem conseguido rastrear e recuperar todos os investimentos perdidos – em sua maior parte unidades de Bitcoin – a Mt. Gox tem se mostrado desempenhada a reerguer os negócios.

Em junho desse ano, foi dado o primeiro passo rumo a esse objetivo. No tribunal de Tóquio, os representantes da corretora fora de atividade conseguiram uma aprovação para transformar o processo de falência em um processo de reabilitação formal para recomeçar as atividades.

Como consequência dessa decisão, as preocupações atuais do processo referem-se aos antigos clientes, que foram profundamente prejudicados com o ataque. Acontece que, na última quinta-feira, 23 de agosto de 2018, o representante do caso Nobuaki Kobayashi anunciou a abertura de um processo de reivindicação online para os ativos perdidos.

A última vez que um processo como esse havia acontecido foi logo após a decretação de falência. Contudo, ainda assim os clientes permaneceram com grandes perdas. Dessa vez, o processo contará com novas políticas de análise de provas e os clientes terão até o dia 22 de outubro de 2018 para acessá-lo e fornecer as informações necessárias.

Além disso, a medida em questão surge como uma forma de atender ao apelo dos clientes no tribunal. No meio tempo entre a falência e o processo atual, o Bitcoin foi altamente valorizado e alcançou a marca de 20 mil dólares por unidade. A ideia dos responsáveis é devolver a quantia perdida na mesma moeda, depositada em outra carteira digital, sem conversões.

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